Monday, December 3, 2007

Climate Changes: US is now insulated by nations seeking targets for CO2 emissions

Faced with melting polar ice caps and worsening droughts, climate experts at a massive U.N. conference Monday urged quick action toward a new international pact stemming an increasingly destructive rise in world temperatures.

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Cyclists in Denpasar, Indonesia, campaign on Sunday for a reduction of greenhouse gas emissions.

A key goal of the two-week conference, which opened with delegates from nearly 190 countries in attendance, will be to draw a skeptical United States into an agreement to cut emissions of carbon dioxide and other so-called greenhouse gases.

While the U.S. delegation declared it would not be a “roadblock” to a new agreement, Washington remains opposed to steps many other countries support, such as mandatory emissions cuts by rich nations and a target for limiting the rise in global temperatures.

The American position suffered a blow Monday when the new Australian prime minister signed papers to ratify the Kyoto Protocol climate pact. The move leaves the U.S. — the world’s top emitter of greenhouse gases — as the sole industrial country outside Kyoto. (With reports by CNN).

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Friday, July 13, 2007

Efeito colateral da crise Renan: Ibama suspende greve até Congresso voltar a trabalhar

Não deixa de ser um efeito colateral positivo da crise chamada Renan Calheiros: como o Senado não tem condições nem de se reunir, muito menos de votar, e o Legislativo todo entra em recesso na próxima quarta-feira (18), de nada adiantaria manter uma greve de longo prazo de servidores federais à espera do Congresso.

Diante disso, os funcionários do Ibama, em greve desde 14 de maio contra a divisão do órgão para criação do Instituto Chico Mendes de Biodivesidade (Inchibio), tomaram hoje (13) a decisão de suspender o protesto até a volta do Congresso, marcada para primeiro de agosto.
Depende agora do Senado a MP 366 do Ministério do Meio Ambiente, que dividiu o Ibama em dois, já aprovada na Câmara. A bancada ambientalista lutou contra a MP na Câmara, com apoio da maioria do Partido Verde, mas os grevistas foram advertidos por Fernando Gabeira (PV-RJ) que deveriam voltar a trabalhar para proteger o meio ambiente.

Com o inicio das queimadas, os funcionários perceberam que era hora de voltar ao trabalho mesmo porque Lula mandou cortar o ponto dos grevistas há alguns dias. A ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, conseguiu atravessar mais uma fase critica - a outorga da licença prévia para as usinas do rio Madeira, o que foi feito semana passada. Agora, ela tem que indicar um prsidente definitivo para o Ibama, que teve sua área de atuação restrita, e ver como dar os meios para o presidente do novo Instituto, João Capobianco, trabalhar com o órgão sem representação nos estados mas que agora estará encarregado de cuidar das unidades de conservação.

Por estranho que pareça ficou entendido na assembléia que os funcionários voltarão à greve quando o Congresso voltar a trabalhar.

O meio ambiente agora depende da MP 366 que depende de várias outras matérias e, principalmente, da crise Renan Calheiros?

Era o que faltava. 

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