Wednesday, December 5, 2007

Alemanha lança ambicioso plano para reduzir emissões de carbono em 40% e aumentar PIB verde

Chamada de ‘chanceler do clima’ a primeira-ministra alemã, Angela Merckel, lançou hoje (5) a tarde um ambicioso plano para reduzir em 40% as emissões de gases do efeito estufa da Alemanha, aumentando a participação da ‘economia verde’ no PIB do país, ainda o terceiro maior do planeta, devendo ser suplantado pela China na virada do ano.

O lançamento do plano da Alemanha, um dos maiores poluidores desde a invenção dos motores, foi programado para ocorrer simultâneamente à Confereência da ONU sobre Mudanças Climaticas, em Bali, na Indonesia, que reúne delegados de 190 paises para acertar as metas de um futuro tratado mundial para reduzir as emissões em todos os países.

O Brasil é o quarto maior poluidor da atmosfera apesar de pouco industrializado, devido às queimadas, principalmente da floresta amazônica. O governo Lula está sob pressão para adotar rapidamente metas internas, que a Câmara dos Deputados acaba de aprovar na Comissào de Constituição e Justiça, pronto para ser enviado ao plenário quando o PT e seus aliados decidirem.

(detalhes daqui a pouco)
Informações adicionais na CNN, agencias de noticias, blogs.

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Saturday, July 14, 2007

Compensação ambiental por usinas do Madeira pode ser paga à Bolívia em bônus da Petrobrás

Entre os dias 23 e 27 de julho deve ocorrer a reunião Brasil-Bolívia para tratar do impacto ambiental das usinas do rio Madeira, uma delas - Jirau - a apenas 55 jm da fronteira entre os dois países.

 A proposta da reunião foi uma resposta diplomática do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, às críticas ao complexo hidrelétrico do Madeira, vindas de ambientalistas e estimuladas pelo governo boliviano. 

No primeiro momento Lula mandou ele dizer que Madeira estava resolvido, era questão de soberania nacional, o Ibama deu a licença prévia e as usinas serão construidas, incluindo obras de proteção como canais para bagres e sistema antiassoreamento do lago.

Foi uma dura resposta à Bolívia que estatizou a Petrobrás - viram seu lugar na geopolítica sulamericana.

Depois, ontem, o simpático chanceler de Lula propôs à Bolívia que equipes dos dois países se reúnam para discutir a construção das usinas ”em alguma data, a ser escolhida pelo governo boliviano”, conforme a carta enviada pelo Itamaraty como gente grande.

É isso.

Agora é ver quanto Evo Morales e as ongs bolivianas vão querer de compensação ambiental e pagar isso em… créditos da dívida da Petrobrás pela desapropriação de suas instalações petrolíferas noestado vizinho…

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